Quinta-feira, 2 de Abril de 2009

sofrer de amor

 

parece que ainda não passou de moda sofrer por amor

 

o seculo XIX baseou sua cultura em poemas e livros recheados de paixões não retribuidas, as olheiras, a palidez, as lagrimas, os suicidios eram moda e, continuam sendo

 

a dor do amor é escolha de cada um

 

existe quem acredite em karma e em dividas karmicas ha quem perdoe e avance

 

ha  momentos para tudo e tudo passa, tudo são momentos que avançam em mais momentos

podemos estagnar num sentimento como temos a opção de aceitar e avançar

 

um destes dias uma cliente apresentou-me seu filho (adoptivo) mais novo, de quem me falava com muito orgulho e carinho

o menino tem 7 anos e era com muita alegria que ela mo apresentava

"esta é a senhora de quem te falei"

 

foi facil, para mim, adivinhar que o miudo tinha ouvido imensos elogios à minha pessoa e não sabia se teria o direito de se aproximar

ele tem pouca auto-estima e reage com violencia ao que não consegue controlar

 

recusou beijar-me como a mãe lhe pedia

 

olhei-o e sorri dizendo-lhe "uhmm temos um reguilas aqui"

 

ignorei-o e reuni.me com a senhora, ele estava constantemente a interromper-nos

chamei sua atenção e ele respondeu-me:

"ja sabe que sou reguilas não é!!!" - com voz autoritaria

 

sorri-lhe e respondi: "Pois és mas, tambem sabes que podes ser reguilas e simpatico ou podes ser reguilas antipatico. A escolha é tua" e continuei a conversa com a mãe

  

sentou-se e ficou quieto a pensar Deixei-o alguns minutos em seus pensamentos para, depois lhe dizer "tenho uma surpresa para ti, queres vir?"

disse que sim com a cabeça, cheio de curiosidade

levei-o a uma sala onde ele podia brincar

 

quando o fomos buscar, saltou-me para o pescoço e disse "prefiro ser simpatico"

 

 

 - devemos enfrentar nossas dores, fortalecer nosso amor e auto-estima

 

 

17 comentários:
De Fisga a 4 de Abril de 2009 às 10:57
Olá minha querida amiga Sibila. Que lindo poste. Eu pessoalmente, adorava que tivesses um blog. Só virado para este tema, pois já vi que tens um traquejo muito bem estruturado, para falar destas coisas. Na época que vivemos é importante como pão para a boca. Adorei, amei e adicionei aos meus favoritos, porque acho que este documento, todos devia adicionar, talvez assim mais pessoas o lessem. O meu beijinho de agradecimento por seres assim Eduardo.
De a 5 de Abril de 2009 às 00:35
Os 'postes' podem ser de alta tensão, de luz, e parecem quase todos ter electricidade mas os 'postes' também servem para os caninos mijarem ou até para batermos com a cabeça quando não estamos com os olhos 'postos' onde deveriamos.

Não sei., Digo eu apenas, em jeito de provocação.
Beijinho
De Fisga a 5 de Abril de 2009 às 10:48
Olá amiga Sibila. Se devia, peço desculpa: mas não te conheço por Rita. Peço também desculpa pela gafe. De poste, em vez de post ou postagem, texto seria o termo correcto. Já que vivo em Portugal. Devo confessar que não sou um grande especialista em escrita, pois a minha vida não foi ganha, agarrado à caneta e muito menos ao teclado. QUANTO À PROVOCAÇÃO. Em jeito de inter-ajuda, poço adiantar que os postes também servem para suportar as linhas de electricidade que alimentam as várias máquinas, e as lâmpadas que nos iluminam. Há ainda outro tipo de postes. São estes os que servem para suportar os tapumes, os bardos e os estendais, para estender e secar a roupa. Peço ainda desculpa por toda esta lengalenga, apenas para dizer que estou de mau humor, porque acordei um pouco mal-humorado, e nem tu nem mais ninguém tem culpa disso. Não sei bem se ajudei, algo, mas, mas a ideia foi essa. Beijinho Eduardo.
De a 5 de Abril de 2009 às 11:20
Olá Eduardo,

Eu chamo-me Rita. Não sou Sibilia nenhuma, com todo o respeito pela menina que aqui escreve, e pela Agustina Bessa Luís. E se sou, dispenso o nome e o rótulo.

Obrigada por completares a minha definição de poste.

Beijinho e as melhoras
De Fisga a 5 de Abril de 2009 às 13:33
OLÁ Rita. Eu lamento muito. Mas porque as desculpas evitam-se, só me resta lamentar o meu erro. Há dias à noite que de manhã não se deve sair de casa. Mas hoje foi o meu erro depois de uma noite para esquecer, devia mesmo ter saído de casa, porque tenho muitas coisas para responder, optei pela pior viagem, sentar-me ao computador. Eu 5 minutos depois de ter enviado aquele comentário que de tão injusto e incorrecto, nem devia ter passado no modem. Eu vi que tinha cometido uma grande injustiça. Mas volto ao princípio. Desculpas não se pedem, evitam-se, mau é quando já é tarde de mais. Se é que mereço, apresento as minhas desculpas, por ter atirado com as minhas indisposições, sobre a cabeça de quem nada teve a ver com a minha má noite. Um beijo Eduardo.
De a 5 de Abril de 2009 às 15:46
olá de novo,

não é preciso dramas nem exageros. não me ofendeste nem fizeste mal nenhum, não há porque te desculpares assim tanto.

acho que as desculpas devem pedir-se. talvez se deva evitar é pedi-las sempre pelos mesmos motivos porque aí é sinal que nada mudou e também aí as desculpas já de nada servem. não é este o caso.

estás melhor? espero que sim
beijinho
De Fisga a 5 de Abril de 2009 às 17:38
Olá amiga Rita. Obrigado pela tua compreensão. Estou quase restabelecido obrigado. Beijinhos
De a 5 de Abril de 2009 às 18:25
Ora essa. Foi bom 'conhecer-te', por assim dizer.
Beijinhos e até breve
De Fisga a 5 de Abril de 2009 às 19:02
Olá Rita. O prazer foi todo meu. Também adorei conhecer esse teu lado tolerante amistoso e compreensivo. Que não abunda muito nos tempos que correm. Beijinhos E boa semana. Eduardo.
De a 5 de Abril de 2009 às 19:32
Olá Eduardo,

Sou tolerante, amistosa e compreensiva o que não me impede de muitas vezes ser dura, ríspida e agressiva, bem como seca, cínica e agressiva. Depende de muitos factores. Mas compreensiva sou sempre, ainda que escolhas variadíssimas distâncias e envolvimentos em relação às pessoas, coisas e situações. Quanto à abundância, o que mais abunda são ilusões, drogas em forma de ideologias, falta de autenticidade, demasiados floreados, repressão, falsidade, etiqueta e uma série de polimentos que existem somente à superfície.
Viste muito pouco do meu ser. Não sou sempre agradável e não sou fácil de lidar mas não creio que isso seja necessariamente um problema meu. Sou tão fácil de gostar na minha melhor cara, como repulsiva quando mostro a minha sombra. A vida é assim. A natureza é assim. E de Deus nem falo.

Beijinhos e boa semana também para ti.
De Fisga a 6 de Abril de 2009 às 10:02
Olá amiga Rita. Bom dia para ti. De longe vem o ditado que diz. Quem vê caras não vê corações. O nosso encontro terá sido um pouco isso, com excepção da visibilidade das caras. Mas atrás de uma tempestade, mais cedo ou mais tarde, vem sempre a bonança. Parece que afinal de contas, nenhum de nós é tão bom como gostaria, e nem tão mau como pareceu. Uma espécie de sismo, que ocorre no decurso das nossas vidas e a que muitas vezes ficamos alheios. Estou a seguir com algum interesse, o teu trabalho, sou particularmente, interessado em algumas vertentes da vida humana, que se enquadram em alguns dos teus pontos de vista. Um bom dia e parabéns pelo teu trabalho. Um beijinho Eduardo.
De Sibila a 9 de Abril de 2009 às 15:55
ola Eduardo

adorei ver este dialogo por aqui, foi uma agradavel surpresa :)

Obrigado a ambos

De Fisga a 11 de Abril de 2009 às 12:26
olá amiga. Olha a surpresa para mim não foi assim tão agradável. 1º. porque foi uma terrível confusão da minha parte, que deu origem a este acontecimento, depois pareceu até ter sido bom pois eu gosto de me dar com pessoas que eu veja que me podem ensinar algo, e a Rita pareceu-me uma dessas pessoas. Só que conforme apareceu também desapareceu, tentei adicioná-la mas não consegui, e não mais soube dela. Fico-lhe grato pela tolerância que ela teve para comigo, e pronto foi um sonho que passou. Eu fiquei de veras impressionado com o teu post. Pela mensagem, nele contida, porque se alguém merece o meu respeito dedicação e apoio, são as crianças, e muito em especial as mais desprotegidas. E ao ler o teu post. Fiquei como que eufórico de alegria. Beijinhos E desejo-te uma muito boa Páscoa, junto de quem mais desejares estar. Eduardo
De a 5 de Abril de 2009 às 00:33
Olá,

Não passei da segunda frase; não ando com vontade de ler textos muitos longos mas não posso estar mais de acordo que a arte está ultrapassada em muitos aspectos e que mudá-la é essencial para nos desprogramarmos de um sem número de ideias altamente arraigadas que regem a nossa vida e criam a nossa existência.

Caminha/emos para lá.
Beijo
De Fisga a 8 de Abril de 2009 às 11:22
Olá amiga Sibila. É só para te desejar que passes uma Páscoa muito boa e cheia de coisas muito doces, tais como : Saúde, Paz e muito Amor. Beijinho Eduardo.
De Sibila a 9 de Abril de 2009 às 15:57

não consigo responder á Rita mas a ambos desejo que os dias continuem a brilhar com a intensidade da alegria e carinho

-Eduardo obrigado por existires

mil sorrisos para ti carregados por um milhão de borboletas

De Fisga a 11 de Abril de 2009 às 12:36
OI amiga. Obrigado pela tua compreensão, para comigo. Quanto à Rita acho que não entendi muito bem, o que me tentaste dizer, mas também não tem importância. tenho que te agradecer o teu carinho e atenção, Por isso te desejo que tu tenhas na vida tudo quanto desejas, porque mereces ter. Beijinhos Eduardo.

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